27, fev, 2015

A luz e os impactos na pele

Não apenas a luz do sol como também aquelas vindas de lâmpadas podem causar os melasmas, saiba como se prevenir

Uso de fotoproteção mesmo em ambientes fechados. Essa é a recomendação do dermatologista Bruno Vargas. “Para manter a saúde da pele, não basta usar protetor solar apenas ao expor-se ao sol”, afirma. Segundo o especialista, estudos demonstram que não apenas a radiação ultravioleta, como também a luz visível aumenta os riscos de manchas solares, queimaduras e fotoenvelhecimento da pele.

Assim, ele recomenda proteção solar mais completa com uso de bonés, chapéus, roupas e filtros solares opacos independente da temperatura no termômetro ou do céu nublado. “Mesmo em ambientes fechados como escritórios e lojas, é preciso se proteger”, garante o especialista.

Um estudo feito pelo Departamento de Dermatologia do hospital Henry Ford Medical Center, nos Estados Unidos, apontou que parte dos raios solares perceptível pelo ser humano vem da luz visível, que é capaz de estimular a retina. O estudo comparou o impacto dos raios UVA e da luz visível na pigmentação da pele, e foi possível observar que a duração dos pigmentos causados pela luz visível é muito maior que os causados pelos raios UVA, algumas emanas para desaparecer no primeiro e 24 no segundo.

Existem doenças de pele que podem ser causadas, ainda que parcialmente, pela ação da luz visível, como urticária solar, dermatite actínica crônica, porfíria, fototoxicidade e o melasma.

 

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