6, set, 2018

Ácido para melasma: conheça o ácido gálico

No tratamento contra manchas na pele, fica a dúvida sobre qual é o melhor ácido para melasma. Já falamos algumas vezes aqui no Portal do Melasma sobre o ácido tranexâmico, um dos principais aliados contra as manchas amarronzadas. Sua ação é de inibir a formação da melanina, prevenindo a hiperpigmentação. Agora, outro assunto que vamos introduzir aqui é o ácido gálico para tratar melasma.

O ácido gálico é encontrado em alguns vegetais, como na árvore jucá (Libidibia ferrea), muito presente na região amazônica. Já utilizado de diversas formas devido a suas propriedades farmacêuticas, antioxidantes e antissépticas, o jucá também vem sendo estudado para tratar manchas e combater o envelhecimento, conforme pesquisa brasileira publicada no periódico científico Archives of Dermatological Research.

Segundo os pesquisadores, o ácido gálico tem o poder de agir sobre as enzimas “colagenase” e “tironase”, responsáveis tanto por degradar o colágeno, deixando a pele flácida, com rugas, como na produção da melanina, aumentando as manchas na pele. Por isso, sua ação clareadora e despigmentante o torna componente de fórmulas que são indicadas para o tratamento contra melasma.

Como o melasma afeta sua vida

Antes de continuarmos a falar sobre ácido para melasma, especialmente o ácido gálico, vamos apontar alguns detalhes dessa disfunção da pele, uma queixa muito comum nos consultórios dermatológicos. O melasma atinge principalmente as mulheres, sendo que os homens representam apenas 10% das ocorrências.

O problema vai muito além das manchas, uma vez que torna-se um fator que prejudica consideravelmente o bem estar das pessoas. Por isso, tratamentos para clareamento das manchas são um foco constante na vida de quem convive com o melasma.

Existem múltiplos fatores relacionados ao melasma. Entre eles, a exposição à radiação ultravioleta e a predisposição genética parecem ser os mais significativos, mas questões hormonais também devem ser consideradas. O problema não tem cura ainda hoje, mas é possível ser controlado com sucesso.

Ácido para melasma: Ácido gálico na composição

Continuando nosso tema sobre ácido para melasma, o ácido gálico tem se mostrado inovador em fórmulas de produtos contra as manchas. Entre produtos que estão em evidência no mercado, existe a linha clareadora da Profuse, por exemplo.

No caso, o Clair Concentré é composto por vitamina C concentrada e ácido gálico, associados a ativos clareadores. Como já é conhecido pela população, a vitamina tem ação antioxidante, que favorece o rejuvenescimento, mas é também clareadora. Já o ácido gálico age contra a principal enzima (tirosinase) formadora da melanina, pigmento responsável pela pigmentação cutânea.

Inovação no tratamento

Um dos pontos interessantes a destacar foi a evolução das pesquisas que levassem à inclusão do ácido gálico em produtos aplicáveis pelos próprios pacientes.

Para incluir o ácido gálico na fórmula, os cientistas precisaram desenvolveram uma tecnologia capaz de estabilizá-lo, uma vez que essa era uma das dificuldades para que pudesse ser aplicado de forma tópica.

É do Brasil!

Como já falamos antes no texto, o jucá é uma árvore nativa do Brasil, comum nas regiões Norte e Nordeste. Assim, as pesquisas brasileiras estão evoluindo cada vez mais para encontrar soluções para o melasma.

Diversos tratamentos já estão disponíveis, mas somente seu dermatologista poderá indicar ácido para melasma ou qualquer outra abordagem terapêutica contra a disfunção. Lembrando que não devemos nos automedicar nunca!

Compartilhe este texto para ajudar pessoas que sofrem com o melasma!

Compartilhe:
Comentários: