6, fev, 2018

Fatores de risco do melasma: quais são os principais?

Ainda não se sabe ao certo a causa exata para o aparecimento do melasma, aquelas manchas escuras na pele, que geralmente surgem em locais bastante visíveis, como testa, bochechas e buço. Alguns fatores de risco podem causar ou ampliar os efeitos do melasma na pele.

O melasma aparece, principalmente, em mulheres que estão na faixa etária entre 30 e 40 anos e se apresenta na forma de manchas acastanhadas em áreas mais expostas aos efeitos do sol, como face e pescoço. O tamanho das manchas varia muito e, em casos mais graves, podem atingir áreas extensas do rosto.

O melasma também pode atingir mulheres em outras faixas de idade, bem como homens, porém, nessas classificações, os casos são bem menos frequentes.

Fatores de risco do melasma

Apesar de a causa para o surgimento do melasma ainda não ser conhecida, estudos mostram que existem alguns fatores que podem aumentar o risco do desenvolvimento dessas manchas. Entre eles estão:

  • Intensa exposição solar, sem o uso de protetores eficazes; 
  • Utilização de anticoncepcionais;
  • Pré-disposição genética;
  • Gravidez.

Sabe-se que questões hormonais estão associadas ao surgimento das manchas e, por isso, é bastante comum que mulheres as desenvolvam durante ou após a gravidez – período em que a produção hormonal sofre variações mais intensas.

Outro fator de risco é o uso de anticoncepcionais hormonais, que também podem influenciar no surgimento do melasma, já que esses podem estimular a formação das manchas.

A pré-disposição genética é outro fator de risco que pode contribuir para o surgimento da disfunção. O melasma é mais frequente em pessoas de pele morena em tons mais escuros, como as afrodescendentes, que acabam produzindo mais melanina e, consequentemente, têm maior probabilidade de desenvolver o problema.

Melasma: o sol é o principal vilão

No entanto, de todos os fatores de risco do melasma, a exposição solar excessiva é apontada como o principal deles.

A incidência da radiação ultravioleta sobre a pele ativa os melanócitos (células que produzem a melanina – pigmento que dá cor à pele). Consequentemente, a radiação solar faz com que pessoas pré-dispostas a essa disfunção desenvolvam as manchas. Geralmente, as partes menos expostas, que sempre estão cobertas por roupas, sofrem bem menos com o melasma.

Por isso, é fundamental manter o hábito de usar protetor solar, ainda mais quando há pré-disposição genética. A aplicação do protetor deve ser diária e ao longo do dia, não apenas em momentos de lazer, como praia e piscina.

Deve-se aplicar o protetor até mesmo em dias nublados, pois os raios ultravioletas conseguem penetrar a barreira imposta pelas nuvens e manchar a pele. E há ainda o risco que a luz artificial oferece à pele.

O uso de acessórios como chapéus e bonés também é importante para complementar a proteção, por serem barreiras físicas contra os raios solares. A proteção solar contínua é uma das maneiras mais eficazes de controlar o aparecimento do melasma. Conheça também algumas opções disponíveis para tratamento do melasma.

 

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