27, set, 2017

Nova aposta contra o envelhecimento da pele

Pesquisa feita nos EUA encontra bons resultados no azul de metileno

A ciência não cansa de pesquisar formas de manter a pele jovem e prevenir os efeitos do envelhecimento, não é mesmo? O curioso é que compostos simples, já conhecidos entre os pesquisadores algumas vezes surpreendem durante os estudos. Isso é o que mostrou uma pesquisa feita na Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, com o antioxidante azul de metileno.

Segundo os pesquisadores, o composto químico – que é comum, acessível e seguro – teria o poder de retardar o envelhecimento da pele humana. Eles constataram esse potencial de retardo ou até uma possível reversão em sinais claros do envelhecimento por meio de testes em células humanas cultivadas em laboratório, que simulavam o tecido dérmico. A pesquisa foi publicada no jornal “Scientific Reports” em maio de 2017.

Dessa forma, os cientistas consideram que o azul de metileno poderia ser usado em produtos de cuidados para a pele. “Os efeitos observados não são temporários. O azul de metileno parece causar mudanças no longo prazo nas células da pele”, afirmou Kan Cao, autor principal do estudo.

Os testes foram conduzidos ao longo de quatro semanas em células da pele de doadores saudáveis de meia-idade, bem como alguns diagnosticados com progeria, uma rara doença que acelera o envelhecimento. O estudo comparou o metileno com outros antioxidantes, comprovando que ele superou a eficácia dos demais, melhorando diversos sintomas do envelhecimento das células em ambos os pacientes. Agora restam novas confirmações para que o produto possa ser liberado, de fato, com essa finalidade.

 

Fonte: http://cmns.umd.edu/news-events/features/3870

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